quinta-feira, 6 de junho de 2013

Lotus Omega. O sonho de consumo de todo omegueiro

O Omega nasceu alemão pelas mãos da Opel.

Logo, foi naturalizado brasileiro, fabricado pela Chevrolet em São Caetano do Sul.

Depois, tornou-se membro da gloriosa família Lotus, que, naquela época, fazia parte da General Motors.

Os carros eram fabricados em Rüsselsheim, na Alemanha, e depois mandados para uma pequena linha de produção em Norwich, Inglaterra, onde todos os operários eram engenheiros.

Por lá, o carro era desmontado para receber inúmeras modificações, como alteração do assoalho dianteiro para a instalação do câmbio Corvette/ZF de seis marchas.

Além disso, readequaram outros componentes como amortecedores, molas e freios, em razão do alto desempenho.

O coração da máquina passou a contar com um novo cabeçote com dois comandos, 4 válvulas por cilindro e dois turbocompressores Garret T25, com 0,7 bar de pressão.

Com isso, chegava-se aos 377 cv de potência e um torque de 56,8 kgfm a 4200 rpm, passando das 2968 cm³ para 3638 cm³,

Externamente, foram adotadas minissaias, spoiler dianteiro, aerofólio traseiro, rodas de aro 17 e pneus 235/45 ZR na frente e 265/40 ZR na traseira.

Como curiosidade, vale ressaltar que não havia o tradicional corte reto sobre as rodas traseiras nesse modelo.

Brutal, esse "britânico" ia do 0 aos 100 Km/h em apenas 5s40, atingindo uma velocidade máxima declarada de 283 km/h.

Ao todo, foram fabricados apenas 950 unidades desse modelo, uma verdadeira "mosca branca".

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